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VEJA AQUI A TRAJETÓRIA DE UM LIDER, NADA ACONTECE POR ACASO, A ESTRADA DE LULA É LONGA, TENEBROSA E ÁRDUA, FORAM MUITAS LUTAS PARA OBTER AS CONQUISTAS, HOUVE MOMENTOS DE LÁGRIMAS, SUOR E ATÉ SANGUE, PARA ATRAVESSAR A DITADURA, ROMPER AS BARREIRAS E CHEGARMOS ONDE ESTAMOS, SÓ OS QUE VIVERAM NA PELE ESTES MOMENTOS PODEM TESTEMUNHAREM, O JB ONLINE SELECIONOU ALGUMAS FOTOS:
























VINTE E SETE DE OUTUBRO DE 2010 RECEBA ESTA HUMILDE HOMENAGEM NESTA DATA DESTE BLOGGER, PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!PRESIDENTE LULA.
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Luiz Inácio Lula da Silva, o mais improvável dos presidentes brasileiros, já entrou na história antes de sair da vida. Lula, o filho do sertão pernambucano que comia feijão com farinha sob o árido sol de Garanhuns antes de se tornar engraxate nas ruas do Sul Maravilha, venceu. Dos sapatos chegou à fábrica de parafusos; do torno saltou para a avenida larga, longa e generosa da vida sindical, que o conduziu ao Partido dos Trabalhadores e à Presidência da República. Com sua genuína devoção aos mais pobres e um carisma fenomenal, Lula chega às portas do seu último ano de governo com 83% de aprovação. A vida de Lula, como se vê, parece coisa de filme.
O que poderia ser um sonho para muitos, para este brasileiro de origem humilde virou realidade, com seu carisma consegue chegar ao final de 08 anos de governo, com popularidade excepcional à poucos delegada por uma nação, o resultado desta tamanha empatia nacional é o apoio de diversas lideranças nacionais e o respeito da maioria dos brasileiros, por jamais ter esquecido suas origens. Dilma a sua candidata escolhida e sucessora terá grande responsabilidade, dar seguimento aos projetos sociais e econômicos, mas tenho certeza que ela está preparada e, terá competência para distribuir as riquezas do pré-sal (Petróleo), erradicando a miséria e diminuindo as desigualdades, promovendo melhor distribuição de rendas. Hoje 27 de outubro de 2010, o Presidente Lula está fazendo 65 anos de vida. Lula companheiro muitas felicidades são os votos deste humilde blogueiro, que Deus nos abençoe e proteja esta Nação. Amém!
Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quarta-feira mostra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, com 58,6% dos votos válidos contra 41,4% do tucano José Serra.O levantamento revela aumento da vantagem da petista em mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, realizada nos dias 18 e 19 deste mês. Antes, Dilma tinha 52,8% dos votos válidos contra 47,2% de Serra: vantagem de 5,6 pontos percentuais. Agora, a diferença entre os dois chega a 17,2 pontos percentuais.Os votos válidos desconsideram brancos e nulos, que somaram 4,7% dos 2 mil eleitores entrevistados entre os dias 23 e 25, e indecisos, que somaram 6,8%. Considerando-se os votos totais, Dilma tem 51,9% e Serra, 36,7%. Na pesquisa anterior, divulgada semana passada, a petista tinha 46,8% contra 41,8% do tucano. O índice de rejeição à candidata petista que era de 35,2% na pesquisa anterior, caiu para 32,5%. Serra tinha rejeição de 39,8% e agora atinge seu recorde da pesquisa CNT/Sensus, com 43%. Para o instituto, rejeições acima de 40% seriam indicativos de derrota do candidato. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 37609/2010. Na análise do instituto, a troca mútua de acusações entre os candidatos faz o eleitor voltar seu interesse novamente para os aspectos econômicos, onde a petista leva vantagem. A farsa da bolinha de papel despertou o eleitor para o jogo sujo que estava sendo conduzido o tema aborto, este assunto estava sendo colocado na conta da Dilma, desviando a atenção do eleitor de outros aspectos sociais e econômicos de grande relevância para o Brasil.
Fonte: JB Online.

Uma carta ao Noblat

Deus me livre de que o tempo me corroa a humildade e me faça querer ser dono da verdade, destes que não ouvem com o coração e não escrevem com alma.
E que me permita um dia, quando os cabelos – se restarem – ficarem brancos, escrever como o aposentado Carlos Moura, da mineira Além Paraíba, faz hoje numa carta aberta ao jornalista Ricardo Noblat, respondendo a uma agressão insólita e desnecessária que fez, ontem, em seu blog, a Lula, dizendo que lhe falta, desde que decidiu eleger Dilma, “caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade”.
A carta de Moura foi publicada no Escrevinhador, de Rodrigo Vianna, e eu a reproduzo aqui:
Noblat
Quem é você para decidir pelo Brasil (e pela História) quem é grande ou quem deixa de ser? Quem lhe deu a procuração? O Globo? A Veja? O Estadão? A Folha?
Apresento-me: sou um brasileiro. Não sou do PT, nunca fui. Isso ajuda, porque do contrário você me desclassificaria, jogando-me na lata de lixo como uma bolinha de papel. Sou de sua geração. Nossa diferença é que minha educação formal foi pífia, a sua acadêmica. Não pude sequer estudar num dos melhores colégios secundários que o Brasil tinha na época (o Colégio de Cataguases, MG, onde eu morava) porque era só para ricos. Nas cidades pequenas, no início dos sessenta, sequer existiam colégios públicos. Frequentar uma universidade, como a Católica de Pernambuco em que você se formou, nem utopia era, era um delírio.
Informo só para deixar claro que entre nós existe uma pedra no meio do caminho. Minha origem é tipicamente “brasileira”, da gente cabralina que nasceu falando empedrado. A sua não. Isto não nos torna piores ou melhores do que ninguém, só nos faz diferentes. A mesma diferença que tem Luis Inácio em relação ao patriciado de anel, abotoadura & mestrado. Patronato que tomou conta da loja desde a época imperial.
O que você e uma vasta geração de serviçais jornalísticos passaram oito anos sem sequer tentar entender é que Lula não pertence à ortodoxia política. Foi o mesmo erro que a esquerda cometeu quando ele apareceu como líder sindical. Vamos dizer que esta equipe furiosa, sustentada por quatro famílias que formam o oligopólio da informação no eixo Rio-S.Paulo – uma delas, a do Globo, controlando também a maior rede de TV do país – não esteja movida pelo rancor. Coisa natural quando um feudo começa a dividir com o resto da nação as malas repletas de cédulas alopradas que a União lhe entrega em forma de publicidade. Daí a ira natural, pois aqui em Minas se diz que homem só briga por duas coisas: barra de saia ou barra de ouro.
O que me espanta é que, movidos pela repulsa, tenham deixado de perceber que o brasileiro não é dançarino de valsa, é passista de samba. O patuá que vocês querem enfiar em Lula é o do negrinho do pastoreio, obrigado a abaixar a cabeça quando ameaçado pelo relho. O sotaque que vocês gostam é o nhém-nhém-nhém grã-fino de FHC, o da simulação, da dissimulação, da bata paramentada por láureas universitárias. Não importa se o conteúdo é grosseiro, inoportuno ou hipócrita (“esqueçam o que eu escrevi”, “ tenho um pé na senzala” “o resultado foi um trabalho de Deus”). O que vale é a forma, o estilo envernizado.
As pessoas com quem converso não falam assim – falam como Lula. Elas também xingam quando são injustiçadas. Elas gritam quando não são ouvidas, esperneiam quando querem lhe tapar a boca. A uma imprensa desacostumada ao direito de resposta e viciada em montar manchetes falsas e armações ilimitadas (seu jornal chegou ao ponto de, há poucos dias, “manchetar” a “queda” de Dilma nas pesquisas, quando ela saiu do primeiro turno com 47% e já entrou no segundo com 53 ) ficou impossível falar com candura. Ao operário no poder vocês exigem a “liturgia” do cargo. Ao togado basta o cinismo.
Se houve erro nas falas de Lula isto não o faz menor, como você disse, imitando o Aécio. Gritos apaixonados durante uma disputa sórdida não diminuem a importância histórica de um governo que fez a maior revolução social de nossa História. E ainda querem que, no final de mandato, o presidente aguente calado a campanha eleitoral mais baixa, desqualificada e mesquinha desde que Collor levou a ex-mulher de Lula à TV.
Sordidez que foi iniciada por um vendaval apócrifo de ultrajes contra Dilma na internet, seguida das subterrâneas ações de Índio da Costa junto a igrejas e da covarde declaração de Monica Serra sobre a “matança de criancinhas”, enfiando o manto de Herodes em Dilma. Esse cambapé de uma candidata a primeira dama – que teve o desplante de viajar ao seu país paramentada de beata de procissão, carregando uma réplica da padroeira só para explorar o drama dos mineiros chilenos no horário eleitoral – passou em branco nos editoriais. Ela é “acadêmica”.
A esta senhora e ao seu marido você deveria também exigir “caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade”.
Você não vai “decidir” que Lula ficou menor, não. A História não está sendo mais escrita só por essa súcia de jornais e televisões à qual você pertence. Há centenas de pessoas que, de graça, sem soldos de marinhos, mesquitas, frias ou civitas, estão mostrando ao país o outro lado, a face oculta da lua. Se não houvesse a democracia da internet vocês continuariam ladrando sozinhos nas terras brasileiras, segurando nas rédeas o medo e o silêncio dos carneiros.
Carlos Torres Moura
Além Paraíba-MG
O eleitor que não votou no primeiro turno das eleições, que aconteceu no último dia 3, pode votar na segunda fase da disputa, que acontece daqui a exatos 04 dias, em 31 de outubro. Ao todo, cerca de 135 milhões de brasileiros vão às urnas decidir entre um dos dois candidatos à Presidência que continuam na disputa: a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra. Além da eleição presidencial, cerca de 19 milhões de eleitores precisam escolher seus futuros governadores em oito Estados e no Distrito Federal. No Brasil, é obrigatório votar nos dois turnos das eleições. Para votar no próximo dia 31, porém, é preciso que o eleitor que perdeu o primeiro turno tenha justificado a ausência. Quem ainda não justificou precisa procurar seu cartório eleitoral de origem para apresentar sua justificativa. Para tanto, é preciso preencher o formulário de justificativa eleitoral, e levar ainda o título de eleitor, além de um documento oficial com foto. Já quem não puder participar da eleição no segundo turno, precisa justificar o voto mais uma vez. A justificativa pode ser feita em qualquer seção eleitoral no dia 31.
Assim como no primeiro turno, os eleitores que estiverem fora de suas cidades no dia da eleição também poderão votar em trânsito para presidente e vice-presidente da República. Para tanto, porém, o eleitor precisava ter se habilitado, em um cartório eleitoral, até o dia 15 de agosto de 2010. Quem perdeu a data, não poderá votar em trânsito no segundo turno.