sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

TRÁFICO E CONSUMO DE CRACK VIRAM ROTINA NO CENTRO DE TAGUATINGA.

A cena se repete nas noites de uma das maiores cidades do Distrito Federal. Dezenas de grupos de reúnem em baixo de prédios residenciais para usar crack. Quem mora na região está assustado com o avanço da droga.
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BRASILIENSES SE PREPARAM PARA O MAIOR EVENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO.

São quatro equipes do DF na disputa. Este ano, o tema é como usar a tecnologia para resolver os problemas do planeta. O bom desempenho no torneio pode ajudar na carreira profissional.
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VOLUNTÁRIOS ENTRAM NO COMBATE À FOME.

Conheça o trabalho de voluntários que, há 12 anos, entraram no combatem à fome. Eles compram verduras, legumes e carne preparar um sopão. Ele distribuído durante a noite, principalmente nas portas dos hospitais.
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DERMATOLOGISTA FALA DA IMPORTÂNCIA DO FILTRO SOLAR.

O uso do filtro solar deve ser diário e de preferência a cada duas horas.
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NOVO APARELHO REDUZ MEDIDAS E ACABA COM A FLACIDEZ.

Aparelho com radiofrequência tripolar agrada as mulheres que querem resultado rápido sem dor.
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DICAS PARA CUIDAR DA PELE OLEOSA.

O maquiador Dennis Proença cita os principais cuidados que uma pessoa de pele oleosa precisa ter no verão.
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VERÃO EXIGE CUIDADOS ESPECIAIS COM O CABELO.

O cabeleireiro Wagner Lisboa alerta para os danos causados pelo sol, cloro e sal do mar.
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BRASILEIRO QUE É TÉCNICO DA SELEÇÃO DE FUTEBOL DA LÍBIA VOLTA PARA CASA.

Marcos Paquetá, que dirige a seleção da Líbia desde julho de 2010, só conseguiu voltar para o Brasil porque pôde deixar o pais sem o visto de saída. Ele disse que o embaixador brasileiro foi importante para a operação.
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CHEGA A 113 O NÚMERO DE MORTOS EM TERREMOTO NA NOVA ZELÂNDIA.

Imagens mostram o momento do tremor. Mais de 200 pessoas continuam desaparecidas em Christchurch, a segunda maior cidade do país. A chuva forte dificulta os trabalhos de resgate.
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MÃE PROTESTA POR VAGA PARA FILHO EM ESCOLA PERTO DE CASA NO INTERIOR DE SP.

A mulher se acorrentou a um banco na escola de seu bairro onde espera há quatro anos por uma vaga para o menino. A criança, de 12 anos, estuda numa distância de, pelo menos, seis quilômetros de casa.
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