sábado, 3 de outubro de 2009

ESSA MATÉRIA É SÓ PARA LEMBRAR!!

Assessor de Núbia Cozzolino foi preso em ponto de drogas: A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Narcotráfico obteve ontem o que pode ser uma prova contundente do envolvi­mento da deputada estadual Núbia Cozzolino (PTB-RJ) com o narcotráfico: o seu companheiro e assessor parlamentar Renato Antello de Medeiros, o Renato Mosca, foi preso em flagrante num ponto de venda de drogas no Morro da Mangueira, na companhia do cabo da Polícia Militar Marco Antônio Sonsine. Os dois estavam no carro da deputada, um Gol com o logotipo "805 Núbia"- marca do serviço de assistência que a parlamentar tem em seu reduto eleitoral, em Magé, no Grande Rio - no qual foram apreendidos grande quantidade de cocaína e duas armas carregadas. As prisões de Renato Mosca e Sonsine constam do flagrante número 583/98, da 17~ De­legacia Policial, em São Cristóvão, na Zona Norte. De acordo com os policiais que trabalharam nas investigações, ocaso ainda tramita na Justiça. Eles, entretanto, não souberam explicar as razões que permitiram a libertação de Renato Mosca. "Pelo que sabemos, ele está solto e trabalhando com a deputada", comentou um policial. Esta nova prova complica ainda mais a situação da parlamentar, cujo nome é citado numa fita cassete entregue à CPI do Narcotráfico, com diálogo entre o traficante Rogério Marcos Souza, o Dinho, da favela de Parada Angélica, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e o ex-motorista da deputada, Geraldo Cabral, o Coroa -demitido por Núbia em 1994. A conversa teria sido gravada em abril deste ano por Coroa, na visita que fez ao traficante, na 62~ Delegacia Policial, em Imbariê, também na Baixada. No diálogo entre os dois, também é citado o nome de Renato Mosca, como o responsável pelo transporte de drogas -que seria feito nas ambulâncias do serviço de assistência da parlamentar, em Magé. Ainda na fita, que está sendo analisada por especialistas para definir a sua autencidade, Dinho diz a Coroa que precisa mais uma vez de Renato Mosca, para "agilizar as cargas na Favela Beira-Mar", reduto do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, o mais procurado traficante do Brasil e peça-chave da CPI do Narcotráfico. Fernandinho Beira-Mar teria ligações, segundo alguns deputados da CPI, com a quadrilha do deputado cassado Hildebrando Pascoal, cuja organização que controlava teria ramificações em vários estados.

Deputada se diz vítima de inimigos políticos:

A deputada Núbia Cozzolino nega envolvimento com o narcotráfico e atribui as acusações que lhe são feitas a uma questão política. "São os meus inimigos políticos que querem me prejudicar diz a parlamentar, virtual candidata à Prefeitura de Magé nas próximas eleições. Mas contra a deputada pesam outras acusações, como a de que forjou um atentado, em 1996. Seu ex-assessor, o cabo da Polícia Militar Dejair Correia revelou à polícia, três anos depois, que o atentado de que foi vitima a parlamentar, no dia 30 de setembro de 1996, não passou de uma farsa. Na ocasião, a deputada disse que o seu carro oficial, o Tempra da Assembléia Legislativa fluminense, teria sido metralhado, em Magé. Dejair, entretanto, disse que tudo "foi armado" para que os eleitores ficassem sensibilizados e votassem em Núbia que tentava a reeleição de deputada. Apesar das acusações ,Núbia diz que esta à disposição dos deputados da CPI e se propõe a abrir mão da imunidade parlamentar e abrir seu sigilo bancário, telefônico e fiscal. Ex-assessor acusa a deputada Núbia Cozzolino de ter forjado atentado em setembro de 1996. Fonte: http://piramidalismo.vilabol.uol.com.br/assessor_de_nubia_cozzolino.htm

NÚBIA COZZOLINO É PRESA POR ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL.

Ex-prefeita de Magé é dona de posto que vendia gasolina 'batizada'. Ela foi liberada após pagar fiança de R$ 6 mil.

A ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino foi presa em flagrante, na noite de sexta-feira, acusada por fraude na venda de combustível adulterado. De acordo com a polícia, Núbia é proprietária de um posto de gasolina, na Estrada Rio-Teresópolis, em Guapimirim, na Baixada Fluminense. As bombas de combustível do estabelecimento foram lacradas após uma fiscalização realizada em conjunto por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público Estadual (MPE) a da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Segundo os fiscais da ANP, a gasolina vendida no posto da ex-prefeita continha uma quantidade de alcool 3% acima do tolerável pelo órgão regulador. O posto já havia sido alvo de uma fiscalização na quarta-feira passada. A adulteração do combustível foi constatada durante um exame realizado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De acordo com os agentes, Núbia Cozzolino teria tentado resistir à voz de prisão. Durante a operação foi solicitado reforço policial. A ex-prefeita foi conduzida à 66ª DP (Piabetá), onde foi autuada por crime contra a economia popular, que prevê uma pena de 1 a 5 anos de reclusão. Após cerca de 6h de depoimentos, Núbia foi liberada, no início da manhã deste sábado, ao pagar uma fiança de R$ 6 mil, estipulada pelo delegado adjunto Adriano Leal. Ela responderá pelo crime em liberdade. "Núbia é sócia majoritária do posto. Constatada a irregularidade, ela foi presa em flagrante. Contudo, por se tratar de um crime afiançável, poderá responder em liberdade", explicou o delegado. De acordo com agentes da ANP, o posto da ex-prefeita ficará interditado até cumprir com as exigências do órgão regulador.

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A EX PREFEITA DE MAGÉ, NUBIA COZZOLINO FOI DETIDA POR FRAUDES EM POSTOS DE GASOLINA.

A ex-prefeita de Magé, na Baixada Fluminense, Núbia Cozzolino, foi detida durante uma blitz para fiscalizar fraudes em postos de gasolina. As informações são da 66ª DP (Piabetá). Segundo a polícia, Núbia é a dona de um posto em Guapimirim, na Região Metropolitana do Rio, e teria desacatado policiais após ser constatado que haveria combustível adulterado no local, na sexta-feira (2), informou a polícia. De acordo com a polícia, ela prestou depoimento, pagou fiança no valor de R$ 6 mil, e foi liberada. O conteúdo do depoimento de Núbia não foi divulgado pela polícia. A ex-prefeita de Magé deixou o cargo no dia 12 de setembro. Ela foi denunciada em 2008 pelo Ministério Público por crimes de responsabilidade e formação de quadrilha, na operação chamada "Uniforme Fantasma".
fonte: G 1 - globo.com Obs: Isso não pode ser verdade, a prefeita declarou ao TRE-RJ que não possui bens nenhum, agora vem dizer que ela é dona de Posto de Gasolina em Guapimirim, isso não pode ser!!!!!